segunda-feira, 6 de junho de 2022

Festas juninas

 


As festas juninas são comemorações que acontecem no mês de junho no Brasil. Nela se comemoram três santos populares: Santo Antônio, São Pedro e São João.

A origem da festa junina é pagã, ou seja, é contrária à doutrina cristã, porque as festas que deram origem às festas juninas homenageavam os deuses da natureza e da fertilidade e pediam fartura nas safras, pois era nessa altura que começava o período da colheita de cereais.

Mas, como a igreja não conseguia acabar com a popularidade dessa festa - que surgiu há centenas de anos -, acabou aderindo a ela e atribui-lhe um caráter religioso.

Tradicionalmente, as festas juninas começam no dia 12 de junho, véspera do dia de Santo Antônio, e encerram no dia 29 de junho, dia de São Pedro. Já nos dias 23 e 24 é celebrado o dia de São João.

Origem da festa junina

A origem da festa junina é pagã e, assim, não tinha o caráter religioso que assumiu anos depois, e que continua até hoje.

Ainda antes da Idade Média, no hemisfério norte, as pessoas comemoravam a chegada do verão - no mês de junho - homenageando os deuses da natureza e da fertilidade, ao mesmo tempo em que pediam uma colheita farta.

Isso acontecia porque era a altura da colheita de cereais, tal como o milho - que hoje é o ingrediente mais comum nas comidas típicas de festa junina.

As fogueiras, um símbolo característico das festas juninas atualmente, também têm origem na festa pagã, porque era costume fazer fogueiras nas celebrações.

Como a igreja não conseguia acabar com a popularidade dessa festa pagã, acabou aderindo às festas juninas atribuindo-lhes um caráter religioso.

Quem trouxe a festa junina para o Brasil foram os portugueses, no período colonial. Em Portugal, a festa junina tinha o nome de Festa Joanina - possivelmente pelo fato de acontecer em junho ou talvez por causa de São João, que é o principal santo da comemoração - motivo pelo qual as festas juninas também são chamadas de Festa de São João.

Os três santos católicos - São João, Santo Antônio e São Pedro - foram escolhidos para serem comemorados na festa junina porque eram os santos mais populares do mês de junho.

São João teria nascido em 24 de junho e é muito popular entre os portugueses, que tiveram muitos reis com esse nome, os quais construíam capelas em homenagem ao santo.

São Pedro, martirizado em 29 de junho, é considerado o primeiro Papa da igreja. Santo Antônio, por sua vez, que morreu no dia 13 de junho, nasceu em Lisboa.

Desde que as festas juninas foram trazidas pelos portugueses, a comemoração sofreu influências das culturas africanas e indígenas e, por isso, ela possui características peculiares em cada parte do Brasil.

Fonte: https://www.todamateria.com.br/festas-juninas/

terça-feira, 24 de maio de 2022

Quem foi Santa Joana d'Arc?





Joana d’Arc nasceu na França no ano de 1412. Tinha 13 anos quando começou a ter experiências místicas, ouvindo as “vozes” de São Miguel, Santa Margarida e Santa Catarina, que lhe mandaram salvar a França.

No ano de 1429, Joana partiu para uma expedição com o propósito de salvar a cidade de Orleans, carregando uma bandeira com os nomes de Jesus e de Maria, além de uma imagem do Pai Eterno. Em maio de 1429, ela expulsou os ingleses de Orleans. Após as lutas, a cidade foi recuperada e Joana cumpriu o que lhe foi confiado, seguindo uma carreira cheia de triunfos militares.

Anos mais tarde, ela foi aprisionada pelos ingleses. Esses a fecharam numa jaula de ferro, na cidade de Ruão. Julgada por uma centena de prelados e teólogos que a consideraram mentirosa, exploradora do povo, blasfemadora de Deus, idólatra, invocadora de diabos e herege, eles decidiram queimá-la viva.

Presa em um poste, ela apertava uma cruz sobre o coração, desse modo, invocava o nome de Jesus Cristo e as suas “vozes”. O poste caiu nas chamas, mas, mesmo assim, a ouviram gritar seis vezes “Jesus”. Os ingleses lançaram as cinzas dela no rio Sena.

Sem derramar uma só gota de sangue, Santa Joana manteve-se sempre em oração. Com um exército de cinco mil soldados, até então sempre abatidos, a santa estabeleceu uma série de vitórias.

Em 1909, foi beatificada por São Pio X e, no ano de 1920, foi canonizada pelo Papa Bento XV.

Santa Joana d’Arc, rogai por nós!


Fonte: https://santo.cancaonova.com/santo/santa-joana-darc/


quarta-feira, 18 de maio de 2022

Maria - Um modelo de fé

 


O Evangelho de Lucas é o que mais apresenta a figura de Míriam (em nossa língua: Maria) como participante dos mistérios de Cristo.

O evangelista quer mostrar em Maria um perfeito modelo de vida cristã ou uma preocupação de querer dizer às comunidades nascentes que em Maria, se antecipa a vocação da Igreja e de cada cristão em relação à revelação divina dada em Jesus Cristo.

Maria é sempre apresentada como uma presença discreta, preocupada somente com a compreensão e a realização da vontade do Pai, a partir dos acontecimentos na vida de Jesus, segundo nos permite dizer o evangelista: “Maria, contudo, conservava cuidadosamente todos esses acontecimentos em seu coração”. (Lc 2, 19). Assim, como não se pode falar de Jesus, sem falar de sua mãe, Maria de Nazaré; assim, não se pode falar da verdadeira Igreja de Cristo, sem tomar em consideração o amor e a devoção com que, desde o começo, o povo de Deus invoca Nossa Senhora; assim, não podemos deixar falar do papel de Maria Santíssima em nossa vida de Cristãos.

 

A VIDA DE MARIA DE NAZARÉ

É bom lembrarmos um pouco a vida de Maria. Na simplicidade dos fatos narrados no Evangelho, é revelada a nós a humanidade e, ao mesmo tempo, toda a grandeza de Nossa Senhora:

O chamado de Deus e o “Sim” de Maria (Lc 1, 26-38);

Maria visita e ajuda sua prima Isabel (Lc 1, 39-56);

Maria e o nascimento de Jesus (Lc 2, 1-20), (Mt 1, 18-25), (Mt 2, 13-23);

Maria, José e o menino Jesus vão ao Templo (Lc 2, 21-51);

Maria e Jesus na festa de Casamento em Cana da Galiléia (Jo 2, 1-12);

Maria aos pés da cruz (Jo 19, 25-27);

Maria no Cenáculo com a Igreja de seu filho (At 1, 12-14);

MARIA É A MÃE DA IGREJA

“Eis aí tua Mãe.”: a Igreja sempre acreditou que estas palavras-testamento de Jesus do alto da cruz ao apóstolo e evangelista João, são para todos os discípulos de Jesus, de todos os tempos. Assim, desde o começo, os cristãos amam, veneram e a invocam como Mãe. A mãe de Jesus, verdadeiramente, é mãe do povo de Deus, Mãe da Igreja! A concepção virginal de Maria é um sinal de caráter gratuito da redenção. Esta se deve não à vontade da carne, nem à vontade do homem, mas a gratuita e livre iniciativa de Deus. O que a Igreja Católica Apostólica Romana crê acerca de Maria funda-se no que ela acredita a respeito de Cristo, o que a fé ensina sobre Maria é iluminada por sua fé em Cristo. E não há dúvida: o povo de Deus ama Nossa Senhora! Foi o amor e a devoção a ela, que, durante séculos, sustentou a fé de nosso povo, também onde não existia quase nenhuma presença Pastoral. Ela foi preservada de toda a mancha do pecado original no primeiro instante de sua conceição (Imaculada Conceição). Ela permaneceu sempre virgem (Virgindade Perpétua) durante o nascimento de Jesus e durante toda a sua vida terrena. “A Imaculada Mãe de Deus, sempre virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrena, foi elevada à glória celeste em corpo e alma...” (Assunção ao Céu).

Ela não teve outros filhos, pois qual seria o significado de Jesus entregá-la à João, o discípulo mais amado, aos pés da cruz? Jesus estava indo para a casa do Pai e José já havia morrido, logo, Maria ficaria sozinha. Se tivesse outros filhos, Jesus não poderia fazer isso.

Foi o carinho para com a Mãe de Deus, que fez com que o povo inventasse para ela uma porção de nomes e imagens correspondentes. Cada nome é uma prova da certeza do povo de que Maria está presente em todos os momentos de sua vida; ou é uma lembrança dos lugares de maior devoção Mariana: N.sra. de Lourdes, de Fátima, de Guadalupe, etc. No Brasil, o povo escolheu como forma predileta de venerá-la, o nome de N.sra. Aparecida. A profecia da moça de Nazaré (“todas as gerações hão de me chamar de bem-aventurada”) tornou-se realidade! Como os apóstolos que nos dias, que antecederam ao dia de Pentecostes, reuniram-se com Maria.  Queremos que Maria esteja junto da gente. Precisamos dela: como mãe e companheira de Caminhada

segunda-feira, 9 de maio de 2022

Viver ou Apenas Existir?

 


Tem gente que apenas existe, mas não sabe viver

Tem gente que ri, mas o coração quer chorar

Tem gente que chora, mas nem sempre são lágrimas de alegria

Tem gente que corre, mas nem sempre acompanha o ritmo da caminhada

Tem gente que olha, mas nem sempre vê a vida com bons olhos

Tem gente que tem prazer, mas nem sempre vive o amor

Tem gente que se recolhe, mas nem sempre é para descansar

Tem gente que constrói a casa sobre a areia, mas logo o mar a leva

Tem gente que conquista, mas nem sempre o que era seu

Tem gente que agride, mas a mágoa não vai embora

Tem gente que luta, mas nem sempre nas suas batalhas

Mas quem busca sempre acha

Quem espera sempre alcança

Quem planta a semente sob a terra fértil, terá bons frutos

Quem corre no ritmo da vida atenciosamente, alcançará a felicidade até nos pequenos detalhes

Quem planta amor, nunca se arrependerá do passado

Quem cai, mas consegue se erguer, esse é vencedor

Quem enfrenta todas as batalhas de cabeça erguida, vencerá todas as guerras

Se você perdoa um, pode ter a certeza que ganhou seu dia

E principalmente, quem crê em Deus vencerá todo dia

Lembre-se:

Viva o amanhã como se fosse um recomeço, do que você falhou no dia de ontem.
Acredite, espere e perceba os pequenos detalhes da vida , para que você quando se deitar, poder dizer " Eu ganhei o meu dia ".
Deus te abençoe e bom dia !

(Mario César G. F. Junior)

terça-feira, 3 de maio de 2022

Mês Mariano: Devoção à Virgem Maria, mãe de Jesus

 


Para a Igreja Católica, o mês de maio tem um sentido bem especial. Maio é o Mês Mariano, dedicado exclusivamente à Maria, a mãe de Jesus Cristo. Ela que é muito amada pelos fiéis cristãos católicos por toda sua história e exemplo de mãe. É lembrada e homenageada durante todo o mês com missas, terços, oferta de flores, cânticos e também orações especiais.

A título de curiosidade, o Mês Mariano é uma herança europeia, visto que, na Europa, maio é primavera e é celebrado em vários países pelo reflorescimento da natureza. Já no Brasil, a devoção mariana teve origem já nos tempos da conquista das terras, quando começou com a evangelização trazida pelos jesuítas. Posteriormente, a devoção foi ganhando força com o passar dos anos, até chegar ao que conhecemos hoje. Teve presença forte, sobretudo com o povo pobre, simples e oprimidos que, buscavam na Mãe de Jesus, a esperança, o conforto e a força necessária diante de tantos sofrimentos e maus tratos”.

As maiores datas dedicadas à Maria na tradição católica, no mês de maio, são: a Festa de Nossa Senhora de Fátima, celebrada no dia 13; e a festa de Nossa Senhora Auxiliadora, que acontece no dia 24. Diante destas datas de celebrações especiais, é preciso diferenciar cultos de adoração e culto de veneração. “A palavra ‘culto’ vem de cultivar, que por sua vez, quer dizer, desenvolver, ser instruído, cultivado, relação de respeito e veneração. Cultiva-se algo especial, como por exemplo, o louvor a Deus. Cultiva-se o carinho e a devoção para com os santos e santas. Podemos então, cultivar nossa devoção à Maria sem, portanto, adorá-la. À Maria, nossa veneração por tudo o que ela foi e por tudo o que ela é. À Maria, nós devotamos, cultuamos o amor por ela. Não a adoramos, pois, nossa verdadeira adoração é somente ao Divino Pai Eterno.

Maria é venerada no mundo todo, recebendo mais de seiscentos títulos, ou seja, nomes atribuídos a ela. É a mesma Maria, a Mãe de Jesus. A Mãe da Igreja e Mãe nossa. No Brasil, o mais conhecido é o título de Nossa Senhora Aparecida, seguido por Nossa Senhora da Graças, da Abadia, do Perpétuo Socorro e tantos outros. Maria, por isso, é fonte de inspiração.

Rezemos pedindo a intercessão da Virgem Maria em nossas vidas. Como verdadeira mãe, ela não desampara seus filhos!

 

 https://www.paieterno.com.br

terça-feira, 26 de abril de 2022

Diálogo e partilha: fonte de crescimento

 


Sem o diálogo e a partilha é impossível de se conhecer o próximo e de se chegar a um acordo. É através da partilha que conhecemos as pessoas, suas aspirações, sonhos, medos, alegrias e vitórias. Sempre gostei de ouvir histórias de vida, de exemplos, de pessoas que venceram grandes problemas na vida, que tiveram de vencer as suas maiores dores. Sou um apaixonado pela vida, valorizo aquilo que cada pessoa traz consigo.

Todos os fins de semana, dois seminaristas do Vietnã vêm à paróquia, onde moramos em uma pequena cidade da França (Toulon), para ajudar o pároco nas celebrações. Domingo passado, terminamos o momento com um agradável almoço, enriquecido com uma bela partilha. Nesse último domingo, durante a refeição, esses seminaristas falaram do seu povo, de sua história marcada pela dor da guerra.

Segundo eles, o Vietnã é um dos países que mais se envolveu em guerras, e ficou sobre domínio chinês durante mil anos. Uma das piores das guerras de que se tem notícia, que nossos conhecemos bem, é a chamada «Guerrra do Vietnã». Coloquei-me a ouvir com o coração, minha atenção estava totalmente voltada para eles, pois cada ser humano é um mundo a ser explorado. Participei ativamente da conversa. Eles puderam sentir, que eu não somente valorizava sua história, sua vida, mas também os acolhia.

Durante uma partilha é preciso ouvir com amor, com carinho, demonstrar interesse em conhecer, em saber mais o que o outro tem a dizer. Como é bom quando falamos e alguém demonstra atenção, desejo de fazer parte da história, tentando “entrar” nela de alguma forma, para que possa compreender a vida, a história única de quem a narra.

Vamos descobrir a riqueza que existe em cada momento desses. Isso nos conduz a um crescimento precioso: o crescimento do amor pela vida, pelo próximo.

Como estão seus diálogos e partilhas? Você escuta com amor, com carinho? Tenta participar, de alguma forma, da vida do outro? Sabemos como tais momentos são importantes para manter a vida. Pois, por exemplo, se entre um casal não existir o diálogo, de forma alguma se manterá o relacionamento. Entre casais de namorados, a mesma coisa.

Nas famílias tudo se constrói e se conquista pelo diálogo. Podemos seguir o exemplo do nosso saudoso e querido João Paulo II. Através do diálogo, ele conseguiu reconciliar muitas coisas em relação à religião e até mesmo a contribuir para “derrubar” a muralha comunista. Qual o segredo? A partilha e o diálogo: armas do coração.

Convido você a fazer essa experiência de escutar, de crescer em cada momento com esta arma poderosa. Lembre-se de que cada ser humano possui uma riqueza única dada pelo Autor da Vida: Deus.

Osmário Felício

 

Fonte: https://formacao.cancaonova.com/relacionamento/amizade/dialogo-e-partilha-fonte-de-crescimento/

Conteúdos do simulado de Filosofia



 Conteúdo de Filosofia - 6º Anos 

* Livro Didático Vol. 1 - Capítulo 2 


Conteúdo de Filosofia - 7º Anos 

* Livro Didático Vol. 1 - Capítulo 1


Conteúdo de Filosofia - 8º Anos 

* Livro Didático Vol. 1 - Capítulo 1 


Conteúdo de Filosofia - 9º Anos 

* Livro Didático Vol. 1 - Capítulo 1 

Feliz Ano Novo!

 É hora de receber o  Ano Novo  com alegria e esperança no coração. De deixar o ruim no passado, e abraçar o futuro com otimismo. Vamos faze...