terça-feira, 11 de janeiro de 2022

O que é cultura?

 


Para sociologia, cultura é tudo aquilo que resulta da criação humana. Não existe cultura superior ou inferior, melhor ou pior, mas sim culturas diferentes.

Cultura é tudo aquilo que resulta da criação humana

No senso comum, cultura adquire diversos significados: grande conhecimento de determinado assunto, arte, ciência, “fulano de tal tem cultura”.

Aos olhos da Sociologia, cultura é tudo aquilo que resulta da criação humana. São ideias, artefatos, costumes, leis, crenças morais, conhecimento, adquirido a partir do convívio social.

Só o homem possui cultura.

Seja a sociedade simples ou complexa, todas possuem sua forma de expressar, pensar, agir e sentir, portanto, todas têm sua própria cultura, o seu modo de vida.

Não existe cultura superior ou inferior, melhor ou pior, mas sim culturas diferentes.

As funções da cultura são:

  • satisfazer as necessidades humanas;
  • limitar normativamente essas necessidades;
  • implica em alguma forma de violação da condição natural do homem. Por exemplo: paletó e gravata são incompatíveis com clima quente; privar-se de boa alimentação em prol da ostentação de um símbolo de prestígio, como um automóvel; pressão social para que tanto homens quanto mulheres atinjam o ideal de beleza física.

O que é belo numa sociedade poderá ser feio em outro contexto cultural.

Já o conceito de cultura de massa pode ser definido como padrões compartilhados pela maioria dos indivíduos, independente da renda, instrução, ocupação etc.

Cultura de massa é produto da indústria cultural, tipicamente de sociedades capitalistas; refere-se aspectos superficiais de lazer, gosto artístico e vestuário.

A indústria cultural está sempre “fabricando” modas e gostos, a cultura de massa só é viável em razão da invenção da comunicação em massa.

 

Fonte: CAMARGO, Orson. "Cultura"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/cultura-1.htm. Acesso em 11 de janeiro de 2022.

 

 

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

O amor torna-nos parecido com Deus



“Quanto a nós, amamos, porque Ele nos amou primeiro” (1Jo 4,19). Com efeito, como O amaríamos se Ele não nos tivesse amado por primeiro? Amando-O é que nós nos fizemos seus amigos. Mas foi a inimigos que Ele amou, para nos tornar Seus amigos. Ele nos amou primeiro e deu-nos a graça de O amarmos. Ainda não o amávamos. Amando-O, tornamo-nos belos.

O que pode fazer um homem feio e de rosto disforme, quando ama uma jovem formosa? Ou que pode fazer uma mulher feia, desgraciosa e sombria, quando ama um homem bonito? Acaso, amando-o, pode tornar-se bela? E ele, amando-a, pode tornar-se belo? Ele ama uma jovem formosa, e ao olhar-se no espelho, envergonha-se por elevar os olhos àquela beldade, à qual tanto ama.

O que pode fazer para se tornar belo? Esperar que lhe chegasse a beleza? Se esperar muito, pode é chegar à velhice e a sua fealdade será maior ainda. Não há o que possa fazer. E não há como lhe dar conselho, senão o de se conter e não ousar amar assim alguém tão diferente de si próprio. Mas se ele insistir em amar e querer casar-se, que ame na sua esposa a castidade e não a beleza do rosto.

Ora, quanto à nossa alma, meus irmãos, ela era feia devido ao pecado. Amando a Deus torna-se bela. Que amor é esse que torna bela a alma que ama? Quanto a Deus Ele é sempre belo, nunca perde a Sua Beleza, nunca se encontra sujeito a mudanças. Ele amou-nos primeiro, Aquele que é sempre belo.

E o que éramos nós, quando Ele nos amou, senão feios e disformes? Contudo Ele amou-nos, não para nos deixar na fealdade, mas para nos transformar. Da deformidade fez-nos passar à beleza. Assim, como nos tornarmos belos? Amando Aquele que é sempre belo. Quanto crescer em ti o amor, tanto crescerá a beleza, porque a caridade é a beleza da alma!

“Quanto a nós, amemos porque Ele nos amou primeiro”. Escuta o Apóstolo Paulo: “Deus demonstra o Seu amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós quando éramos ainda pecadores” (Rm 5,8), o Justo pelos injustos, o Belo pelos feios. Como sabemos que Jesus é belo? “És o mais belo dos filhos dos homens, tua graça está derramada em teus lábios” (Sl 44,3).

De onde vem essa beleza? Escuta de novo de onde lhe vem a beleza: “És o mais belo de entre os filhos dos homens” porque “no princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1,1). Ao assumir tua carne, Ele assumiu também, por assim dizer, tua fealdade, isto é, tua mortalidade. Isto para se acomodar a ti, harmonizar-se contigo e exercitar-te a amar a beleza que Ele guarda em seu interior. Onde lemos que Jesus se fez feio e disforme, Ele que é belo, o mais belo dos filhos dos homens?

Interroga o profeta Isaías: “Vimo-lo, não tem beleza, nem formosura” (Is 53,2).

Eis aí duas flautas que parecem soar discordes. Contudo, um só Espírito as anima. O salmista diz: “És o mais belo de entre os filhos dos homens” e Isaías: “Vimo-lo e não tinha nem brilho nem beleza”. É um só Espírito a soprar nas duas flautas, portanto não podem estar dissonantes. Não feches os ouvidos, aplica a inteligência. Interroguemos o Apóstolo Paulo, que ele nos explique a consonância das duas flautas.

Que ele nos faça entender o som: “És o mais belo entre os filhos dos homens”: “Ele que tinha a condição divina e não considerou o ser igual a Deus como algo a que se apegar ciosamente” (Fl 2,6). Eis em que Jesus possui “a mais bela forma entre os filhos dos homens”. Que ele nos faça entender agora o outro som: “Nós o vimos e não tinha nem beleza nem esplendor”. “Ele esvaziou-se a si mesmo e assumiu a condição de servo, tomando a condição humana. E achado em figura de homem…” (Fl 2,7).

“Ele não tinha nem beleza nem esplendor” para te comunicar a beleza e o brilho. Que beleza? A direção da caridade! Para que amando tu corras, e correndo, ames. Já tens essa beleza; mas não olhes a ti mesmo com complacência, para não perderes o que recebeste. Volta a olhar para Ele somente, a quem deves a tua beleza. Sê belo no teu interior para que Deus te ame. Dirige a Ele todo o teu esforço. Corre em direção a Ele, procura os seus abraços, receia afastar-te d’ Ele, para estar em ti esse temor casto que permanece pelos séculos dos séculos.

“Quanto a nós, amemos, porque Ele nos amou primeiro”.

Santo Agostinho
Comentário da Primeira Epístola de S. João

  

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Neste Ano Novo que se aproxima

 


As árvores de Natal ainda brilham,

Com suas bolas e enfeites coloridos.

Parece que com a chegada do novo ano elas brigam,

Abrindo suas folhas e fazendo seus ruídos...

 

Brindemos com elas e nossos amigos,

Fazendo deste novo um ano diferente.

Amemos mais, mesmo aos nossos inimigos,

E enxerguemos um pouco mais para a frente...

 

A chegada amiga de um Ano Novo,

Sempre nos traz sonhos a realizar.

Olhemos, então, todo o nosso povo,

E nos aproximemos para mais criar.

 

Neste Ano Novo que se aproxima,

Mais e mais eu vou me apaixonar.

Ainda que não faça uma nova rima,

Agradeço a Deus o me fazer sempre amar!

 

Feliz Ano Novo

terça-feira, 21 de dezembro de 2021

Avance sempre

 


Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar.

Mas é importante não parar.

Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso.

Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena.

Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios.

Continue andando e fazendo.

O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente.

A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.

Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo.

Então continue andando e fazendo.

Não desperdice a base que você já construiu.

Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante.

Pode não ser muito mas vai mantê-lo no jogo.

Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado.

Mas, seja, lá o que for, continue. O importante é não parar!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

Deus lhe dá a capacidade de amar

 


Aguente firme! A civilização do amor está às portas. Falta pouco para chegarmos lá. Já podemos gritar: terra à vista! A terra nova está muito perto. Já podemos avistá-la.

Irmãos, se, de modo geral, não conseguimos amar os outros, nem ter misericórdia e bondade para com o próximo, é porque não temos acolhido o amor de Deus por nós. Só conseguimos amar o próximo como a nós mesmos se acolhemos essa graça [do amor de Deus Pai por nós]. Muitas vezes, não amamos os outros, não temos um coração de pastor, não temos o coração de Jesus para com os nossos irmãos, porque verdadeiramente não acreditamos no amor de Deus.

Problemas existem e agravam o coração, mas nem por isso você deve desistir do amor. O Todo-poderoso lhe dá a capacidade de amar. A capacidade de amar está em seu coração, mas a decisão de amar dependerá somente de você. Se você se decide pelo amor, tudo mudará em sua vida.

 

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

São Nicolau: o que você precisa saber sobre a lenda do Papai Noel

 


O Natal, para os cristãos, é o nascimento de Jesus, o Cristo. E o que esta data tem a ver com o Joulupukki, nome dado ao Papai Noel, na Finlândia; Julenissen, na Noruega; e com São Nicolau, o amigo das crianças e santo protetor dos marinheiros, mercadores e endividados?

Durante a pesquisa para o livro Anjo Russo, a escritora Zia Stuhaug, que vive há dez anos na Noruega, visitou Rovaniemi, na Finlândia, onde fica "o escritório oficial" do bom velhinho. Veja o que ela descobriu sobre a lenda do personagem natalino:

São Nicolau x Papai Noel


Há uma grande semelhança na aparência, motivo pelo qual faz confundir estas duas figuras distintas, mas tratadas como sendo um único personagem, sempre relacionadas à época do Natal.

São Nicolau foi canonizado pela Igreja Católica, por terem sido atribuídos a ele muitos milagres. Viveu na  cidade portuária de Myra, uma antiga cidade grega de Lykia — hoje, a localidade de Demre, na Turquia —, no século IV, após ouvir os conselhos de um tio para que viajasse à Terra Santa, depois da morte de seus pais. Dizem que, no percurso da viagem, deu-se uma terrível tempestade e, quando São Nicolau rezou, a calmaria se estabeleceu. Sendo assim, ele se tornou padroeiro dos marinheiros e mercadores. Na Grécia antiga, ele era o amigo do mar, e as  pessoas acreditavam que, se invocassem o seu nome, ele  poderia salvá-las de se afogar, numa substituição a Poseidon, o deus pagão do mar, motivo pelo qual muitas cidades costeiras levam o seu nome.

Dizem que ele era filho de pais nobres e ricos e doou sua grande herança aos pobres. Mas há quem diga que este fato pertence a outro santo, o São Basílio de Cesareia, também chamado de São Basílio Magno ou Basílio, o Grande.

O fato é que São Nicolau nunca foi apegado a bens materiais e sentia alegria em ajudar os necessitados. De uma personalidade dócil e com tendência a auxiliar crianças e pessoas carentes, foi tomado de zelo pela educação e moral, tanto dos pequenos quanto de suas mães, o que levou os estudantes europeus a reverenciá-lo. Há na cidade de  Guimarães, em Portugal, uma festa estudantil chamada Festas Nicolinas, que se realiza próximo da data da morte do Santo, dia 6 de dezembro, e em sua homenagem.

São Nicolau foi o exemplo de solidariedade ao próximo: certa vez, livrou três moças de serem enviadas à prostituição pelo pai, um comerciante com a finança arruinada, que num momento de desespero, por causa da extrema pobreza em que se encontrava, não tinha recursos para sustentá-las, nem o dinheiro do dote para que elas pudessem se casar. São Nicolau  jogou três sacos de moedas de ouro pela chaminé da casa da família, e o saco caiu em cima das meias das moças, que tinham sido colocadas na lareira para secar.

São Nicolau foi amado e reverenciado por toda a Europa, depois que seus restos mortais foram transferidos para a cidade de Bari, na Itália, em 1807, e receber muitos relatos de milagres por seus devotos, ele foi canonizado pela Igreja Católica. Desde então, comemora-se no dia 6 de dezembro o Dia de São Nicolau. Sua imagem e história de vida  o popularizaram como um senhor de feições muito serenas, trajado de bispo, com batina branca e estola vermelha e com mintra — ornamento episcopal para a cabeça —, e as mãos firmes segurando um báculo —  tipo de cajado igual ao dos pastores de ovelha.

Pela sua bondade e afeição com as crianças e pelo relato do saco de moedas de ouro jogado na chaminé da família das três moças, logo os relatos se popularizaram, associando-o ao bom velhinho com um saco de presentes nas costas. A imaginação popular não parou por ali. Logo trouxeram alguns personagens do folclore europeu para lhe servir de ajudante. Afinal, o saco com presentes era enorme e as crianças, muitas. E não eram todas elas que podiam ganhar presentes e, sim, as que se comportassem bem durante o ano. Assim, logo foi difundida a imagem, em desenhos, do ajudante de São Nicolau.

Na  Holanda tornou-se popular São Nicolau (Sinterklaas) ter um ajudante chamado Pedro Preto (Zwarte-Piet), que, segundo a lenda, tem essa cor devido às cinzas das chaminés por onde ele tem que passar para deixar os presentes. Houve, recentemente, protestos na Holanda para que este personagem, avaliado como de fundo racista, fosse eliminado dos festejos natalinos, por criar desconforto na minoria daquele país. Isto porque o ajudante tem características que se mostram bem opostas à bondade de São Nicolau, sendo a ele atribuída a escolha das crianças merecedoras dos presentes e doces natalinos, e, com isso, associado ao Bicho-Papão ou Homem do Saco, cujas imagens de severidade impuseram medo à criançada.

A origem do Papai Noel


Em 1700, os emigrantes holandeses levaram Sinterklaas à América, onde abriram sua primeira igreja a São Nicolau em Nova Amsterdã e, mais tarde, em Nova Iorque. Foi chamado de Santa Claus.

O teólogo Clement C. Moore escreveu um poema para suas filhas, com o título: "Uma visita de São Nicolau", em 1823. Uma senhora chamada Harriet Butler tomou conhecimento do poema através das filhas de Moore e o levou ao editor do Jornal Troy Sentinel, em Nova York, que o publicou no Natal desse mesmo ano, sem fazer referência ao seu autor — só em 1844 é que Clement C. Moore reclamou a sua autoria.

No poema, ele descrevia um pai de família que, na véspera de Natal, estava tranquilo em sua casa, onde nem mesmo um camundongo se movia. Ele ouviu um barulho no quintal e olhou pela persiana. A noite estava clara por causa da luz da lua e o chão, forrado de neve. Ele ficou surpreso ao se deparar com um trenó em miniatura, cheio de presentes, puxado por oito renas pequenininhas, e conduzido por um velhinho tão esperto e ágil, que andou pelo telhado e desceu pela chaminé para deixar os presentes de Natal. Após encher as meias que estavam penduradas na lareira, saiu da mesma maneira como entrou, ficando com o casaco vermelho cheio de fuligem das cinzas. Ele soube naquele momento que era a visita de São Nicolau.

O poema descrevia um São Nicolau de cabelos e barba tão branca quanto a neve. As bochechas rosa e o nariz como uma cereja, rosto largo e uma barriga redonda e saliente que, quando ele sorria, se mexia como uma tigela cheia de gelatina.

O Papai Noel de botas, de rosto corado e com característica polar, sentado em uma cadeira no seu escritório, no Polo Norte, lendo uma lista de presentes pedidos pelas crianças do mundo todo tornou-se muito popular. Aproveitando-se dessa fama e interesse no personagem natalino, a Coca-Cola alimentou ainda mais o imaginário popular ao lançar, em 1931, uma propaganda com a nova versão de São Nicolau oferecendo a bebida a uma garotinha. Na imagem ele  usava casaco mais curto, um gorro vermelho no lugar da mintra, e tinha a barriga saliente descrita pelo poema de Moore. Nascia a lenda atualizada da imagem do Papai Noel que hoje vemos por todo lugar, em épocas natalinas.

A popularidade da nova versão de São Nicolau, na figura de Papai Noel, fez tanto sucesso que a cidade Finlandesa de Rovaniemi, que fica na divisa com o Polo Norte,  investiu para construir o correio oficial do Papai Noel: Santa Claus' Main Post Office, em concorrência com Drøbak, na Noruega. Lá é possível sentar-se junto à lareira e escrever cartas ao Joulupukki, enquanto duendes e elfos  andam de lá para cá, ajudando o bom velhinho a selar e despachar todas as cartas-respostas. O correio fica dentro do complexo da Santa Claus' Village, no Círculo Polar Ártico, e foi todo construído para se ter um Natal de sonhos. Luzes coloridas, neve por toda parte, renas, cachorros huskies, e, se tiver muita sorte, aurora boreal. O lugar é muitíssimo concorrido e, para se conseguir hospedagem, é preciso reservá-la com bastante antecedência.

 Fonte: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2017/12/sao-nicolau-o-que-voce-precisa-saber-sobre-lenda-do-papai-noel.html


quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

ATIVIDADE DE ENSINO RELIGIOSO - VALORES HUMANOS - ANOS FINAIS

 

TEMA: VALORES HUMANOS

O QUE SÃO VALORES HUMANOS?

Os valores humanos podem ser definidos como os princípios morais e éticos que conduzem a vida de uma pessoa. Eles fazem parte da formação de sua consciência e da maneira como vivem e se relacionam em uma sociedade. Os valores humanos funcionam como normas de conduta que podem determinar decisões importantes e garantir que a convivência entre as pessoas seja pacífica, honesta e justa. São os valores cultivados por uma pessoa que vão basear suas decisões e demonstrar ao mundo quais os princípios que regem sua vida.

Existem muitos valores que são importantes em qualquer contexto ou lugar, podendo ser considerados valores universais. Eles devem ser cultivados para garantir uma convivência ética e saudável entre as pessoas que fazem parte de uma sociedade.

QUAIS SÃO OS MEUS VALORES?

Uma primeira coisa que a gente deve levar em conta quando vai discutir valor é o que esta palavra pode significar. Porque, mesmo sendo uma das palavras mais usadas, quando você pergunta o que é um valor, poucos conseguem dizer o que é. Portanto, a primeira coisa que a gente precisa distinguir é que valor significa uma porção de coisas diferentes. O valor pode significar o econômico, que é o preço, quanto você paga por alguma coisa. Outro sentido, que já está mais próximo do que se vai falar aqui, é o valor natural, isto é, o valor que provém do fato de algo ser da natureza, de algo não ter sido feito pelos homens. Por exemplo, a terra, tem um valor natural, o ar, a água, que é o valor da natureza.  E há um terceiro sentido para a palavra valor: alguma convicção profunda que está dentro da gente e dentro dos grupos, alguma convicção que faz com que a gente faça aquilo, e ache que seja bom. É exatamente o que a gente poderia dizer do valor ético, que é aquela atribuição que a gente dá às coisas. A gente pergunta: esta coisa é boa ou ruim? É o valor que está encaixado nas coisas.

 O interessante é que tudo tem valor, nesse sentido. Não há nada que seja neutro. Todas as ações vêm enroladas em valores, tudo o que a gente faz, no fundo, no fundo é por um motivo de valor. Então, o valor é aquilo que dá o impulso fundamental às nossas ações. Só que a gente não para pra pensar: qual é a razão daquilo que estou dizendo? Por que decidi fazer esse curso e não outro? Por que decidi responder dessa maneira e não de outra maneira? 

 

ATIVIDADES SOBRE O QUE VOCÊ APRENDEU

1. Qual a definição de valores humanos? 

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2. Qual a importância de o ser humano praticar bons valores na sociedade?

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3. Leia a característica e tente descobrir o valor a qual a definição se refere:

a) Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem ou de alguma coisa: (dica - 4 letras)

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b)  Capacidade de cada um se decidir ou agir segundo a própria vontade ou determinação: (dica – 9 letras)

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c) Qualidade que tem a pessoa que não desiste daquilo em que acredita: (dica – 12 letras)

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d) Harmonia. Momento em que não há guerras ou conflitos. Estado de humor de quem está tranquilo: (dica – 3 letras)

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4. Com suas palavras, escreva o que significa o natal para os cristãos.

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 5. Você e sua família comemoram o natal? Se sim, como esse dia é celebrado na sua casa?

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 6. Que hábitos podem ser aperfeiçoados no comportamento das pessoas quando a pandemia passar e a vida voltar a sua normalidade?

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Feliz Ano Novo!

 É hora de receber o  Ano Novo  com alegria e esperança no coração. De deixar o ruim no passado, e abraçar o futuro com otimismo. Vamos faze...